terça-feira, janeiro 6

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Depois do último mês, vou passar os próximos dois meses em jejum e abstinência!
[só peço é que não me desencaminhem!]

Ao cair do pano...

sábado, janeiro 3

chega a ser viciante

Take the National Express when your life’s in a mess
It’ll make you smile
All human life is here
From the feeble old dear to the screaming child
From the student who knows that to have one of those
Would be suicide
To the family man
Manhandling the pram with paternal pride
And everybody sings ‘ba ba ba da……….’
We’re going where the air is free

On the National Express there’s a jolly hostess
Selling crisps and tea
She’l provide you with drinks and theatrical winks
For a sky-high fee
Mini-skirts were in style when she danced down the aisle
Back in ‘63 (yeah, yeah, yeah, yeah)
But it’s hard to get by when your arse is the size
Of a small country
And everybody sings ‘ba ba ba da…..’
We’re going where the air is free
Tomorrow belongs to me

When you’re sad and feeling blue
With nothing better to do
Don’t just sit ther feeling stressed
Take a trip on the National Express

The Divine Comedy

segunda-feira, dezembro 22

sábado, dezembro 6



“Divirtam-se!” – Fecho a porta, apago as luzes acesas e o silêncio invade cada uma das divisões. Em tempos estes seriam momentos de grande liberdade: o facto de poder estar aqui sozinha e fazer o que me dá na real gana… Hoje não o sinto da mesma forma. Sim, é verdade que me sinto aliviada por poder estar sozinha por algumas horas, no entanto, o espaço para mim já não é o mesmo e o silêncio que me rodeia acaba por me inquietar. Sou forçada a ligar a música para me fazer companhia.
Esta noite estou por minha conta, a conjuntura social assim o proporcionou. “Também é necessário!” – diria alguém que conheço e que muito prezo
O silêncio persegue-me… tento perceber o que se passou, o que contribuiu para o crescimento deste fosso, deste vácuo que nos rodeia, desta ausência de palavras e de carinhos. Sinto que houve um elo que se quebrou… um ponto comum a todos nós que se perdeu… para sempre? Não, isso é que não! Ainda não sei qual é o caminho a percorrer, mas há pistas a seguir e os sentimentos não se apagam de um dia para o outro – disso tenho a certeza!
Resta acreditar…

terça-feira, dezembro 2

Sexto Andar

Uma canção passou no rádio
E quando o seu sentido
Se parecia apagar
Nos ponteiros do relógio
Encontrou num sexto andar
Alguém que julgou
Que era para si
Em particular
Que a canção estava a falar

E quando a canção morreu
Na frágil onda do ar
Ninguém soube que ela deu
O que ninguém estava lá para dar

Um sopro um calafrio
Raio de sol num refrão
Um nexo enchendo o vazio
Tudo isso veio
Numa simples canção

Uma canção passou no rádio
Habitou um sexto andar


Clã